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Dados são dos dias 1º a 14 de janeiros deste ano, divulgados em boletim da Secretaria Estadual de Saúde (SES).

 

 

 

Nas primeiras duas semanas de 2023, o Tocantins já notificou 466 suspeitas e confirmou 79 pessoas com a dengue. Do total de notificações, 411 são casos prováveis. Até o momento, seis municípios tiveram confirmações da doença. Quanto à chikungunya, já são quatro casos.

Os dados são de boletim da Secretaria Estadual de Saúde (SES), de números registrados entre os dias 1º a 14 de janeiro. Considerando o mesmo período de 2022, houve uma queda de 82,9% dos 411 casos prováveis em 2023 contra 2.409 do ano anterior.

Em 2022, todas as chamadas arboviroses, transmitidas pelo Aedes aegypti, registraram grandes quantidades de casos. Foram 19.556 confirmações de dengue, 3.762 de chikungunya e 85 de zika.

Chikungunya

A SES também divulgou boletim com os dados da chikungunya. Nas duas primeiras semanas epidemiológicas do ano, houve 104 notificações, e 86 casos prováveis. No mesmo período de 2022, foram 75 casos prováveis, um aumento de 14,7%. Já são quatro confirmações em dois municípios.

Conforme os boletins, nenhuma morte foi registrada em decorrência das doenças neste início de ano. Os dados relativos à zika e febre amarela ainda não foram divulgados.

Por estar no período chuvoso, a população tocantinense deve ficar atenta e eliminar possíveis locais com água parada, que servem como criadouros do Aedes aegypti.

Veja como evitar focos do mosquito:

  • Evite usar pratos nos vasos de plantas. Se usar, coloque areia até a borda;
  • Guarde garrafas com o gargalo virado para baixo;
  • Mantenha lixeiras tampadas;
  • Deixe os tanques utilizados para armazenar água sempre vedados, sem qualquer abertura, principalmente as caixas d’água;
  • Plantas como bromélias devem ser evitadas, pois acumulam água.
  • Trate a água da piscina com cloro e limpe-a uma vez por semana;
  • Mantenha ralos fechados e desentupidos;
  • Lave com escova os potes de comida e de água dos animais, no mínimo uma vez por semana;
  • Retire a água acumulada em lajes;
  • Dê descarga, no mínimo uma vez por semana, em vasos sanitários pouco usados e mantenha a tampa sempre fechada;
  • Evite acumular entulho, pois podem se tornar criadouros do mosquito.

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