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O PL, partido do presidente Jair Bolsonaro, preparou um relatório preliminar a ser apresentado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em que pede a invalidação de todos os resultados gerados em urnas eletrônicas de modelos produzidos antes de 2020. A Corte diz que não tem conhecimento do documento.

 

 

O relatório tem a participação do presidente da sigla, Valdemar da Costa Neto, do vice-presidente, Capitão Augusto, e do presidente estadual do partido em São Paulo, José Tadeu Candelária e é assinado por Carlos Rocha, representante do PL para a fiscalização no TSE, Marcio Abreu, engenheiro eletrônico e vice-presidente do Instituto Voto Legal (IVL), e Flavio Gottardo de Oliveira, associado fundador do IVL.

 

A conclusão sugere que deveriam ser invalidados votos apenas no segundo turno, registrados em todas as urnas de modelos anteriores ao 2020, por suposto mau funcionamento. “Não é possível validar os resultados gerados em todas as urnas eletrônicas de modelos 2009, 2010, 2011, 2013 e 2015, resultados estes que deveriam ser desconsiderados na totalização das eleições no segundo turno, em função do mau funcionamento desta urnas”, diz o trecho final do documento de auditoria.

Questionado pelo Estadão o engenheiro Carlos Rocha, do Instituto Voto Legal, não quis confirmar se a sugestão de invalidar as eleições será mantida pelo partido. Embora seja o representante do PL perante a fiscalização do TSE, ele diz que a palavra final será da legenda. Segundo Rocha, a versão do documento, embora datada de 15 de novembro, “não está assinada” e deve ser considerada “obsoleta”.

 

 

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