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Ele ainda teria se passado por funcionária para conversar com a vítima após abusos. Homem também foi indiciado por violação sexual mediante fraude, lesão corporal com deformidade permanente e falsa identidade.

 

Um enfermeiro-esteticista foi indiciado pela Polícia Civil suspeito de estuprar uma cliente durante atendimento em uma clínica de estética em Araguaína, no norte do Tocantins. Segundo a investigação, o homem ainda teria se passado por uma secretária do estabelecimento para conversar com a vítima em um aplicativo de mensagens, após o abuso.

 

Os fatos investigados aconteceram em outubro do ano passado após a vítima comprar um pacote de massagens e aplicação de um bioestimulador para auxiliar na perda de gordura corporal e peso.

A massagem foi realizada por uma massagista, mas no dia da aplicação do acelerador metabólico o enfermeiro, que também é proprietário do local, teria afirmado que ele seria o responsável pelo procedimento.

A mulher contou à polícia que o suspeito iniciou os abusos apertando suas nádegas de forma estranha e desnecessária. Ao ser questionado o homem relatou que estava analisando a flacidez e a possibilidade de outro procedimento.

A vítima relatou ainda que ficou extremamente aterrorizada com a situação e correu para a porta do consultório, mas o local estava trancado e sem a chave. Depois disso o homem ainda teria agarrado a vítima por trás, mas ela conseguiu fugir.

A Polícia Civil também informou que um dos procedimentos gerou lesões no corpo da mulher. Um laudo dermatológico anexado ao inquérito policial afirmou, inclusive, que não é possível remover algumas marcas.

O caso foi investigado pela 26ª Delegacia de Polícia de Araguaína. O delegado responsável concluiu as investigações nesta semana e indiciou o suspeito por estupro, violação sexual mediante fraude, lesão corporal com deformidade permanente e falsa identidade. O caso foi enviado à Justiça e ao Ministério Público.

A Polícia Civil informou ainda que há outros casos sob investigação e os agentes apuram se outras mulheres foram vítimas do enfermeiro-esteticista. O inquérito tramita em segredo de justiça.

 

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