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Ainda não foi divulgada uma previsão para a liberação do trecho. Desvios têm mais de 200 km de extensão.

 

Começaram nesta sexta-feira (18) as obras para recuperar  o trecho da BR-226 que desabou e acabou matando uma pessoa na madrugada da última quarta-feira (16). O local está interditado há três dias. Uma escavadeira foi enviada para trabalhar o solo e remover os detritos antes que o asfalto possa ser recomposto.

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) ainda não divulgou nenhuma previsão para quando as obras devem ficar prontas. O trânsito segue bloqueado nos dois sentidos na altura do km 26, perto de Palmeiras do Tocantins. Pra quem precisa seguir até o Maranhão, existem duas opções de desvio.

A Polícia Rodoviária Federal está no local monitorando a situação. Os motoristas que passam pela região enfrentam um aumento de pelo menos 200 km para fazer o trecho.

Os transtornos são ainda piores por causa do período em que o rompimento aconteceu. O Tocantins está no fim da colheita da safra 2021/2022 e por isso o tráfego de caminhões nas rodovias está perto do pico. A BR-226 é uma das estradas que compõem o conjunto de rodovias conhecido como ‘Belém-Brasília’ e é rota de escoamento dos grãos. Os veículos que descarregam nos pátios da Ferrovia Norte-Sul e que vão ao Porto de Itaqui, em São Luís (MA) também passam pelo local.

Rotas alternativas

Os motoristas que passam pelo local têm duas alternativas para ir do Tocantins ao Maranhão. A primeira é seguindo pela TO-222 até Carolina no Maranhão, pegando acesso à BR-230. Esse é o trecho mais distante e representa 207 quilômetros de desvio.

A segunda opção, mais curta, tem cerca de 200 quilômetros. O motorista deve seguir pela BR-226 até Darcinópolis, desviando pela TO-134, e depois pela TO-210, até o acesso à BR-230.

Morte no local

O rompimento da estrada acabou matando uma pessoa e fez com que outro motorista precisasse ser resgatado após ser arrastado pela correnteza. O homem que morreu foi identificado como Igo Pereira de Oliveira, de 30 anos. Antes da pista ceder completamente, ele passou por depressões formadas na via, perdeu o controle da direção e capotou após o veículo sair da pista. Ele não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

Já o caminhoneiro viu o veículo ficar completamente submerso, já que o desabamento foi no momento em que ele passava. Ele sobreviveu se agarrando em árvores até ser resgatado. A carga de botijões de gás foi levada pela água e recuperada mais tarde, quando o nível da água baixou.

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